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Desvendando as criptomoedas: entenda tudo sobre o "dinheiro do futuro"

Conheça as principais informações sobre Bitcoins, Ethereum e outros criptoativos, o assunto do momento no mercado financeiro.

Mãos repousadas sobre um teclado de laptop com gráficos na tela

 

Qualquer usuário de internet dos últimos tempos já ouviu falar em criptomoedas, blockchains e mineração. O Brasil é um dos países que está à frente desse mercado, sendo o quinto país do mundo com maior quantidade de usuários de criptomoedas, então não é de se espantar que o assunto esteja em alta por aqui.

 

No entanto, nem sempre esses conceitos estão claros na cabeça de todos, gerando uma espécie de preconceito com o tema. É claro que nada é perfeito, existem alguns dilemas (principalmente ambientais) envolvendo as criptomoedas.

 

Acreditamos que quanto mais soubermos sobre, mais podemos fazer com que esse mercado cresça de uma forma saudável, apoiando as empresas certas e buscando soluções inovadoras para os problemas que surgem.

 

1. O que são criptomoedas?

 

Criptomoedas são moedas que não são controladas por um país ou órgão específico. São criadas em uma rede chamada blockchain que armazena com segurança diversos tipos de informações.  Como, por exemplo, o anonimato das pessoas e as operações financeiras que realizam.

 

Algumas dessas moedas geradas no blockchain possuem valor que pode ser convertido para moedas como real ou dólar e podem ser usadas como moeda de troca para compra de produtos e consumo de serviços.

 

2. Como funciona? 

 

Antes de tudo é necessário saber que as criptomoedas são moedas virtuais, então não é possível fazer uma troca física. Não é pode-se guardá-las em corretoras comuns, contas correntes ou cofres, apenas em carteiras digitais chamadas de Exchanges.

 

As criptomoedas surgem por meio uma ação chamada de mineração feita no blockchain. Os contribuintes para a criação dessa blockchain recebem pagamento em criptomoedas que entram em circulação. Sendo elas negociadas diretamente nas Exchanges, via fundos de investimentos ou ETFs a partir de corretoras de investimentos. 

 

3. O que é mineração?

 

Apesar de precisar da autenticação de todos para uma transação, apenas um é necessário para formar um bloco que é inserido na cadeia junto com os outros. As informações ficam no pool de mineração esperando serem inseridas na formação de um bloco. 

 

Encontra-se uma espécie de digital quando um computador consegue formar um bloco que deve ser compatível com o bloco anterior. Com o bloco formado, ele é registrado na cadeia e o computador recebe uma quantidade de criptomoedas pelo trabalho.

 

Chamado de proof of work (prova de trabalho), esse método de mineração é bastante complexo e necessita de computadores com alta capacidade. Uma das maiores críticas é que isso é danoso ao meio ambiente.

 

Outros métodos de mineração necessitam menos poder computacional, sendo uma alternativa mais sustentável. Um deles é o Proof Of Stake (prova de participação) que é utilizado para outras criptomoedas. Os operadores comprovam que possuem uma determinada quantidade de ativos antes de permitir a mineração de novas moedas. 

 

4. Para que servem as criptomoedas?

 

As criptomoedas podem ser utilizadas como meio de troca, como compra de produtos e consumo de serviços. Pode ser vista como alternativa de investimento, uma vez que investidores viram que podia se tornar uma reserva de valor. 

 

Empresas começaram a aceitar criptomoedas como pagamento; surgiram fundos de investimentos e até mesmo startups aplicam a tecnologia das criptomoedas e blockchains.

 

Celular na frente de computador, ambos com gráficos na tela

 

5. O crescimento do mercado no Brasil

 

Apesar de sua alta volatilidade, o crescimento do mercado de criptomoedas no Brasil nos últimos anos foi enorme. Só de novembro de 2020 até julho de 2021 houve uma valorização de mais de 100% das criptomoedas no país. O Brasil foi classificado como o quinto país do mundo com maior quantidade de usuários de Bitcoin e criptomoedas, segundo pesquisa realizada pela Global Digital Report.

 

Há quem diga que não é necessário, mas o mercado de criptomoedas está em análise para ser fiscalizado. A Receita Federal deseja cobrar impostos de quem negocia moedas como Bitcoin, tentando controlar as transações de compra e venda e conter o uso da tecnologia para lavagem de dinheiro.

 

A Receita Federal estima que há mais brasileiros movimentando criptomoedas do que investindo na bolsa. E, só no ano passado, o mercado de Bitcoins movimentou mais de 8 bilhões de reais no país.

 

As criptomoedas são vistas como a moeda do futuro, já tendo sido adotada como moeda oficial em El Salvador. Um estudo feito pela Sherlock Communications e feita através da plataforma Toluna diz que 48% dos entrevistados também acham que o Brasil deveria adotar o Bitcoin.

 

Inclusive, a multinacional Visa quer começar com o processamento de pagamentos em criptomoedas e NFTs no Brasil. Seguindo os passos de sua concorrente, a Mastercard, que passou a aceitar Bitcoin a partir de outubro desse ano.

 

6. No mundo das startups…

 

Dados divulgados pela análise CB Insights, indicam um aumento de mais de 51% em relação ao total alocado em startups blockchain no primeiro trimestre do ano, que foi de 2,89 bilhões de dólares (15 bilhões de reais), quase 10 vezes mais do que no mesmo período do ano passado. Startups de Blockchain e Criptomoedas são empresas que desenvolvem e aplicam toda tecnologia que o uso de blockchain e criptomoedas fornece.

 

“O recorde de financiamento da tecnologia blockchain é impulsionado pelo aumento da demanda institucional e do consumidor por criptomoedas. Apesar da volatilidade dos preços de curto prazo, as empresas de capital de risco seguem otimistas com o futuro dos criptoativos como uma classe de ativos convencional e o potencial do blockchain para tornar os mercados financeiros mais eficientes, acessíveis e seguros”, disse Chris Bendtsen, analista sênior da CB Insights.

 

As criptomoedas acabam então sendo mais um exemplo de como o público brasileiro abraça inovações e cada vez mais está perdendo o medo de lidar com capital de risco. Isso é uma ótima notícia para startups, sejam elas desse segmento específico ou não, pois todas podem se beneficiar dessa nova forma de receber investimentos. 

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18/11/2021
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